Ulisses ( resumo 2)

  "Embrulhada longe na memória da natureza com os brinquedos dela. Lembranças invadem seu cérebro ruminante. O copo da água da torneira da cozinha quando ela se aproximará do sacramento. Uma maçã sem o miolo, cheia de açúcar mascavo, assando para ela na beira da lareira numa noite escura de outono. Suas unhas bem modeladas avermelhadas pelo sangue dos piolhos espremido das camisas dos filhos.

  Num sonho, silenciosamente, ela viera até ele, seu corpo gasto dentro de suas largas roupas tumulares exalando um odor de cera e pau-rosa, seu sopro, curvado sobre ele com mudas palavras secretas, um fraco odor de cinzas molhadas.

[...]

Quatro reluzentes soberanos -- exclamou Buck Mulligan encantado. -- Vamos tomar uma bebedeira gloriosa para espantar até os druidas druídicos. Quatro onipotentes soberanos."


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